Hábitats de innovación y desarrollo regional
un estudio de caso sobre la estructuración del Parque Tecnológico de Campos dos Goytacazes (PTGC)
DOI:
https://doi.org/10.59901/p9ya6850Palabras clave:
Polos de Innovación, Desarrollo regional, Parque tecnológico, Ecosistema de Innovación, Triple HéliceResumen
Este artículo investiga el papel de los polos de innovación en la generación de desarrollo regional en una ciudad del interior de Río de Janeiro. Se centra en una propuesta para la estructuración de un Parque Tecnológico en Campos dos Goytacazes (PTCG). Por lo tanto, el texto parte de la premisa de que estos polos son ecosistemas que fomentan el emprendimiento y la innovación, considerando una interacción sinérgica entre un conjunto de actores. Si bien el municipio de Campos dos Goytacazes presenta un alto potencial para desarrollar un sólido ecosistema de innovación, se identificaron algunos desafíos estructurales, como la falta de un parque tecnológico ya instalado, la escasa integración entre los actores locales, especialmente la falta de infraestructura y financiación necesaria. Además, se identificó la ausencia de políticas públicas de Ciencia, Tecnología e Innovación (CT&I). En este sentido, fue necesario realizar un estudio de caso, empleando el "Proceso de Aprendizaje Activo de la Vía Estación del Conocimiento", una metodología del Ciclo VIA/UFSC, que brindó todo el apoyo para el mapeo exhaustivo de los desafíos, la identificación de las partes interesadas y la cocreación de soluciones a los mismos. Finalmente, como resultado del estudio de caso, se propusieron acciones estructurantes en cuatro ejes estratégicos: Gobernanza, Cultura Emprendedora, Articulación de I+D y Desarrollo Empresarial. Por lo tanto, concluimos que la creación del Parque Tecnológico Campos dos Goytacazes representa una vía prometedora y viable que fortalecerá el sistema local de innovación, brindando visibilidad regional, incorporando la capacidad de atraer inversiones y, en consecuencia, reteniendo talento y catalizando el desarrollo sostenible de la región, lo que lo convierte en un posible modelo a seguir.
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