O esforço para a inovação na indústria de transformação

estudo sobre os depósitos de patentes e marcos legais nas regiões brasileiras

Autores

DOI:

https://doi.org/10.59901/2358-6516/v290004

Palavras-chave:

Patente, Marcos Legais, Indústria de Transformação

Resumo

Este estudo evidencia a relevância dos marcos legais relacionados à inovação instituídos em 2004, 2016 e 2021 bem como os depósitos de patentes e o setor da indústria de transformação no período 2003 a 2023. A metodologia proposta para análise deste cenário compreendeu a coleta de dados do grupo de empresas, seguido da investigação por depósitos de patentes. Foram elaboradas análises baseadas em tabelas projetadas em software R, por meio da interface R Studio, para a apuração do p-value e teste das hipóteses. Os resultados obtidos foram categorizados pelas regiões/estados brasileiros, cruzados com os depósitos de patentes e com os principais marcos legais relacionados à inovação. O estudo confirmou a desigualdade regional em relação à capacidade de desenvolver atividades “inovativas”, tendo como métrica o depósito de patentes, confirmando como destaque as regiões Sul e Sudeste como as mais desenvolvidas e Norte e Nordeste como as mais desfavorecidas. O Centro-Oeste demonstrou ser região mediana no que tange à influência mensurada por meio dos marcos legais da política de inovação. Nessa perspectiva, não foi possível determinar padrões tecnológicos, justificados pelo esforço tecnológico empreendido, que possam sugerir potenciais padrões inovativos para o Brasil. Há especificidades em termos de complexidades que se alteraram ao longo do tempo, exigindo reavaliações periódicas. 

Biografia do Autor

  • Túlio Baita dos Reis, ISECENSA

    Doutor em Propriedade Intelectual e Inovação pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), professor e coordenador do curso de Administração dos Institutos Superiores de Ensino do Censa (ISECENSA) e coordenador de Inovação na Tec Incubadora.

  • Elizabeth Ferreira da Silva, INPI

    Doutora em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), professora e pesquisadora do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

  • Henrique Rego Monteiro da Hora, IFF

    Doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Federal Fluminense (UFF), professor do Instituto Federal Fluminense (IFF), diretor Administrativo da TEC Incubadora e Superintendente de Ambientes de Inovação do Estado do Rio de Janeiro.

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2026-10-13

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Artigos