Efectividad de las Políticas Públicas de Apoyo al Emprendimiento Innovador

un análisis a la luz del Programa Centelha

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.59901/cz8y6z44

Palabras clave:

Emprendimiento Innovador, Políticas Públicas, Programa Centelha

Resumen

Efectividad de las Políticas Públicas de Apoyo al Emprendimiento Innovador: Un Análisis a la Luz del Programa Centelha

Este artículo analiza la efectividad del Programa Centelha en el Estado de Río de Janeiro como política pública de apoyo al emprendimiento innovador. Basado en el concepto de ecosistemas de emprendimiento (EE), el estudio destaca que las políticas efectivas deben considerar las fases del ciclo de vida de una startup y las desigualdades territoriales y socioeconómicas de los ecosistemas locales. Centelha, creado por el MCTI, la FINEP y sus socios, busca impulsar ideas innovadoras en sus fases iniciales, especialmente en regiones y grupos subrepresentados. El análisis muestra que, si bien el programa logró un alcance territorial inicial y movilizó perfiles diversos, las fases posteriores mostraron una mayor concentración en la capital, una menor diversidad racial y de género, una mayor aprobación de proyectos más maduros y de promotores con educación formal y posgrado. Se concluye que Centelha reforzó las desigualdades preexistentes, con baja efectividad en la democratización del emprendimiento innovador. Se sugiere mejorar el diseño del programa con métricas regionales, puntajes inclusivos y acciones de apoyo más sólidas en las fases iniciales, a fin de ampliar el acceso a grupos minoritarios y municipios del interior del estado. El estudio refuerza la importancia de las políticas adaptadas a los contextos locales y las evaluaciones continuas para garantizar una mayor equidad y eficacia en la promoción del emprendimiento innovador.

Biografía del autor/a

  • Guilherme de Oliveira Santos, Faperj e PUC-Rio

    Maestría y Doctorado en Políticas Públicas, Estrategias y Desarrollo por la UFRJ. Actualmente, es Asesor de la Dirección de Tecnología de la Faperj y Consultor de Innovación en el Instituto ECOA/PUC-Rio.

  • Renata Lèbre La Rovere, UFRJ

    Licenciada en Economía, con especialización en Economía Industrial por la UFRJ (Universidad Federal de Río de Janeiro), D.E.A. en Estructuras Productivas y Sistemas Globales por la Universidad París VII y Doctora en Ciencias Económicas por la Universidad París VII, Francia. Actualmente es profesora titular jubilada del Instituto de Economía de la Universidad Federal de Río de Janeiro y participa en el Grupo de Economía de la Innovación y el Grupo de Estudios del Sector Eléctrico.

  • Caroline dos Santos Gonzaga, UFRJ

    Máster y doctorando en Políticas Públicas, Estrategia y Desarrollo por la UFRJ (Universidad Federal de Rio de Janeiro).

Referencias

ALKHARAFI, N. (2024). The role of women in driving national innovation and entrepreneurship through entrepreneurial ecosystems. Journal of Innovation & Knowledge 9, 100550.

ALVES, A.C.; FISCHER, B.B.; VONORTAS, N.S. (2021). Ecosystems of entrepreneurship: configurations and critical dimensions. The Annals of Regional Science, 67 p.73–106, DOI: 10.1007/s00168-020-01041-y.

AUDRESTCH, D; CRUZ, M.; TORRES, J. (2022). Revisiting Entrepreneurial Ecosystems. World Bank Policy Research Working Paper 10229. Disponível em: https://documents1.worldbank.org/curated/en/099413211142227958/pdf/IDU04c1d171703fac0466a083eb0c835a900e26d.pdf. Acesso em: 23 julho de 2025.

Baumol, W.J. (1990). Entrepreneurship: Productive, Unproductive, and Destructive. Journal of Political Economy, Vol. 98, No. 5, Part 1, p. 893-921.

BRASIL. (2018). Portaria MCTIC nº 4.082, de 10.08.2018. Institui o Programa Nacional de Apoio à Geração de Empreendimentos Inovadores - Programa Centelha.

BROWN, R.; MASON, C. (2017) Looking inside the spiky bits: a critical review and conceptualisation of entrepreneurial ecosystems. Small business economics, v. 49, n. 1, p. 11-30.

CERTI. (2019). Manual Metodológico Volume I - O Programa Centelha e sua Metodologia. Fundação Centros de Referências em Tecnologias Inovadoras.

CERTI. (2021). Manual Metodológico Centelha 2, Volume I - O Programa Centelha e sua Metodologia. Fundação Centros de Referências em Tecnologias Inovadoras. Versão 1.0.

ESLAMLOO, F; BROWN, K; BIYOUKI, Z.A. (2025). Successful commercialisation in startup accelerator programmes: How different startup ecosystems matter. Journal of Innovation & Knowledge 10, 100688.

FILIPELLI, S; TROISE, C; BILGLIARDI, B; CORVELLO, V. (2025). Examining the influence of entrepreneurial ecosystem pressure on the economic, social, and environmental orientation of startups. Technological Forecasting & Social Change 210, 123900.

FINEP. (2020). Manual operacional e de orientação ao parceiro. Programa nacional de apoio à geração de empreendimentos inovadores - Programa Centelha II. Financiadora de Estudos e Projetos - FINEP.

FUENTES, N; SCHMUTZLER, J; VARGAS, A.M. (2024). Unpacking the multilayered nature of entrepreneurial ecosystems: A conceptual complex adaptive system model. International Journal of Innovation Studies 8, p. 335–350.

FUERLINGER, G.; FANDL, U.; FUNKE, T. (2015). O papel do Estado no ecossistema do empreendedorismo: perspectivas da Alemanha. Triple Helix , v. 2, n. 1, p. 1-26.

GUERRERO, M; SIEGEL, D.S. (2024). Schumpeter meets Teece: Proposed metrics for assessing entrepreneurial innovation and dynamic capabilities in entrepreneurial ecosystems in anemerging economy, innovation and dynamic capabilities in entrepreneurial ecosystems in an emerging economy. Research Policy 53, 104984.

KAI, D.A.; LIMA, E.P; BENITEZ, G.P. (2024). A social cognitive perspective in innovation ecosystems: Understanding startups from ideation to consolidation in industry 4.0 era. Technological Forecasting & Social Change 209, 123592.

KANTIS, H.D; FEDERICO, J.S. (2015). Entrepreneurial Ecosystems in Latin America: the role of policies. Buenos Aires: Entrepreneurial Development Programme (PRODEM) – Institute of Industry, Universidad Nacional de General Sarmiento.

LA ROVERE, R.; MATOS, M. G. P.; SANTOS, G. O.; LIMA, A. P. C. E. S. (2020). Bridging the literature on innovation systems and entrepreneurial ecosystems: cross-fertilizations for understanding knowledge-intensive, social and environmental entrepreneurship.

LEENDERSTSE, J.; SCHRIJVERS, M.; STAM E. Measure Twice, Cut Once. (2020). Entrepreneurial Ecosystem Metrics. Working Paper Series, Utretch, v. 20, n. 1, p. 1-66, fev.

MONTEIRO, C.J.C; ARAÚJO, Y.V; RIBEIRO, L.S; SANTOS, G.O; LA ROVERE, R. L. (2022). Desafios para a definição de métricas nos ecossistemas de empreendedorismo e implicações para políticas públicas. VI Encontro Nacional de Economia Industrial – ENEI, Salvador. Disponível em: https://pdf.blucher.com.br/engineeringproceedings/vi-enei/839.pdf Acesso em: 23/07/2025.

PITTZ, T.G. (2024). Ballasts of the entrepreneurial ecosystem. Technovation 138, 103113.

Roundy, P.T; Evans, W.R. (2024) Entrepreneurial ecosystems as multiteam systems: Navigating independence and interdependence in the leadership of startup communities. Journal of Business Venturing Insights 21, e0044.

SANTOS, G. O. (2016). Alinhamento das incubadoras de empresas ao contexto regional no estado do Rio de Janeiro: uma comparação entre metrópole e interior. Dissertação de mestrado defendida no Programa de Políticas Públicas e Estratégias de Desenvolvimento, Instituto de Economia, UFRJ.

SANTOS, G. O. (2020). Caminhos para a construção de uma nova estratégia de desenvolvimento: Uma Abordagem Evolucionária do Sistema Regional de Inovação do Estado do Rio de Janeiro. 2020. 309 f. Tese (Doutorado em Política Pública, Estratégia e Desenvolvimento) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.

SANTOS, G. O. (2022). Ciência, Tecnologia e Inovação no Estado do Rio de Janeiro. Nota técnica nº 004/2022, Subsecretaria de Planejamento Estratégico, Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão do Rio de Janeiro (SUBPLE/SEPLAG-RJ). Disponível em: https://estrategia.planejamento.rj.gov.br/estrategia-api/wp-content/uploads/2023/01/Nota-Tecnica-no-004.2022.SUBPLE-Ciencia-Tecnologia-e-Inovacao-no-ERJ.pdf Acesso em 05/08/2025.

SANTOS, G. O.; CENDÃO, F. (2019). Desafios e Obstáculos para a consolidação de um ecossistema de empreendedorismo na cidade do Rio de Janeiro: Uma análise com base na visão dos principais players. Gestão & Regionalidade (online), v. 35, p. 161-183.

SANTOS, G. O; LA ROVERE, R. L.; BALOG, D. L. T.; GONZAGA, C. S.; LU NI, A. C. (2024). Políticas Públicas para Ecossistemas de Empreendedorismo: O caso do Programa Centelha RJ. Anais do XIII EGEPE - Encontro de Estudos sobre Empreendedorismo e Gestão de Pequenas empresas, Curitiba, p. 1-16.

SANTOS, G. O; LA ROVERE, R. L. (2022). As possibilidades e os limites da Triple Helix como alavanca de desenvolvimento regional no Estado do Rio de Janeiro: uma análise baseada nas especificidades dos Sistemas Regionais de Inovação. In: Marcelo Gonçalves do Amaral, Andréa Aparecida da Costa Mineiro; Adriana Ferreira de Faria (Orgs.). As Hélices da Inovação: Interação universidade-empresa-governo-sociedade no Brasil, Volume 1, 1 ed., Curitiba. CRV, p. 365-39.

SARASWATHY, S. (2008). What Makes Entrepreneurs Entrepreneurial? Charlottesville, Virginia: The Darden Graduate School of Business Administration, University of Virginia. Disponível em: https://22657557.fs1.hubspotusercontent-na1.net/hubfs/22657557/Public%20Documents%20For%20Site/what-makes-entrepreneurs-entrepreneurial-sarasvathy.pdf

SCHÄFER, S; FISCHER, B; SCHAEFFER, P.R; BALLESTRIN, A. (2024). Beyond local boundaries: Unraveling the spatiality of entrepreneurial ecosystems. Journal of Business Venturing Insights 22, e00478.

SEBRAE. (2024). Startups Report Brasil 2024. Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Disponível em: https://digital.sebraestartups.com.br/sebrae-startups-report-brasil-2024. Acesso em: 14/07/2025.

SEBRAE. (2025). Startups Report Rio de Janeiro 2025. Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Disponível em: https://digital.sebraestartups.com.br/startups-report-rj-2025. Acesso em: 21/07/2025.

STAM, E. (2015). Entrepreneurial ecosystems and regional policy: a sympathetic critique. European planning studies 23(9), p.1759–1769.

STAM, E.; SPIGEL, B. (2016). Entrepreneurial Ecosystems. Utrecht: School of Economics, Utrecht University.

STAM, E.; VAN DE VEN, A. (2021). Entrepreneurial ecosystem elements. Small Business Economics 56(2), p.809–832, DOI 10.1007/s11187-019-00270-6.

THAI, Q.H; MAI, K.N; DO, T.T. (2023). An Evolution of Entrepreneurial Ecosystem Studies: A Systematic Literature Review and Future Research Agenda. SAGE Open, January-March, p. 1–24, DOI: 10.1177/21582440231153060.

Publicado

2025-12-31